Estamos mesmo, mesmo quase no Natal. Se ainda não se tinham dado conta, prestem mais atenção ao bombardeamento publicitário com sugestões de prendas, às decorações das ruas e das prateleiras dos supermercados e ainda a música das lojas. Assim que constatei este facto (a proximidade do Natal), descobri que esta época diz-me pouco ou nada, havendo ocasiões em que me irrita.
Querem coisa mais irritante que a publicidade televisiva? Os intervalos são tão longos que até me esqueço do que estava a ver antes! Se calhar o meu problema é falta de memória... Além disso, durante os quinze minutos de publicidade, vemos o mesmo anúncio vezes sem conta, até sabermos o jingle de cor e salteado.
Quanto às decorações luminosas nas ruas, as prateleiras dos supermercados e também as montras das lojas não há muito a dizer. A primeira, apesar de agradável aos olhos, é um ataque à ecologia; os seguintes são o espelho desta sociedade consumista e do que "espírito natalício" que realmente dizer.
Pelo menos, posso rir-me com a música das lojas, mas um riso irónico. Porquê? Porque, como ser do contra que sou, ando o ano todo a cantar músicas de Natal quando me lembro e a propósito de nada, mas quando chega esta altura do ano, em que se ouvem músicas de Natal por todo o lado, isto irrita-me profundamente. (Eu sei, não bato bem da tola, mas não me tentem entender.)
A vida está difícil, por isso o Natal já não é a troca de prendas, porque não há dinheiro para isso. Como estudante, podia pensar que o Natal é uma oportunidade para descansar, para as férias bem merecidas, mas desengane-se quem diz que a vida de estudante é que é boa. Férias de Natal são um mito para os estudantes, porque desconfio que os professores esperam de nós que resolvamos exercícios entre cada garfada da consoada. Felizmente há as sobremesas, para as quais já estou a aguçar o dente. Que se lixe a linha! Tenho o resto do ano para me preocupar com isso.
Deixo-vos com uma música para entrarem no espírito da época, caso ainda precisem: Jingle Bell Rock
Querem coisa mais irritante que a publicidade televisiva? Os intervalos são tão longos que até me esqueço do que estava a ver antes! Se calhar o meu problema é falta de memória... Além disso, durante os quinze minutos de publicidade, vemos o mesmo anúncio vezes sem conta, até sabermos o jingle de cor e salteado.
Quanto às decorações luminosas nas ruas, as prateleiras dos supermercados e também as montras das lojas não há muito a dizer. A primeira, apesar de agradável aos olhos, é um ataque à ecologia; os seguintes são o espelho desta sociedade consumista e do que "espírito natalício" que realmente dizer.
Pelo menos, posso rir-me com a música das lojas, mas um riso irónico. Porquê? Porque, como ser do contra que sou, ando o ano todo a cantar músicas de Natal quando me lembro e a propósito de nada, mas quando chega esta altura do ano, em que se ouvem músicas de Natal por todo o lado, isto irrita-me profundamente. (Eu sei, não bato bem da tola, mas não me tentem entender.)
A vida está difícil, por isso o Natal já não é a troca de prendas, porque não há dinheiro para isso. Como estudante, podia pensar que o Natal é uma oportunidade para descansar, para as férias bem merecidas, mas desengane-se quem diz que a vida de estudante é que é boa. Férias de Natal são um mito para os estudantes, porque desconfio que os professores esperam de nós que resolvamos exercícios entre cada garfada da consoada. Felizmente há as sobremesas, para as quais já estou a aguçar o dente. Que se lixe a linha! Tenho o resto do ano para me preocupar com isso.
Deixo-vos com uma música para entrarem no espírito da época, caso ainda precisem: Jingle Bell Rock